• INFORMAÇÕES E INTERAÇÕES

    O sábio já dizia que existem coisas que não se vende no mercado como se vende pão, certo estava ele. Olá, amores; O que pode ser mais imoral ou deselegante ou irracional do que a falta de consideração? Ah, não gente! Não bagunça a casinha assim, não! Calma, lá!
    Respira, não pira e vamos conversar.
    Eu sei que a discrepância da mente dos cretinos é tanta que tem feito muita gente plantar cebolas e esperar que nasçam melões.
    Considerar é diferente de tolerar, toleramos as nossas falhas, os males da alma e do físico, os chefes, os ingratos e se tolera até os arrogantes e os insensíveis, entretanto não os consideramos, não ficamos feliz quando estão por perto.
    Não há abundancia, não conseguimos ser completos quando temos que exercitar a tolerância. Até aqui tudo bem, mas não podemos ter consideração com quem não tem gratidão.
    Aí vem um artigo interessante, vamos lê-lo juntos?
    Acompanhe o nosso caminhar ou faça melhor junte-se ao dharma, todos nós dividimos karmas, entre no seu espaço , acompanhe os passos e vamos caminhar juntos, penso que isso pode ser produtivo. 😉
    Me siga no Instagran visite o blog ou me envie uma mensagem por e-mail dandronacharya@outlook.pt A vida é mais bela e cheia de cores quando é vista com muitos olhares, aromas e amores. Por hora deixemos o Sol acesso em nós… 😉
    Muita gratidão!
    Dan
    dandronacharya.com/

  • So Ham; Acalma-te! Eu sou o barulho da relva roçada quando é tocada pelos teus pés.  Eu sou a bela neblina das manhãs de Outono, o gosto do café na tua boca e o vento refrescante do Verão. O perfume dos eucaliptos e o balançar dos pinheiros que incansavelmente pelo ano inteiro.

    Eu Sou isso ( So Ham)

    Entrega-te a ti mesmo e sinta o Divino que nos habita.” 

    So Ham; Acalma-te! Eu sou o barulho da relva roçada quando é tocada pelos teus pés. 
    Eu sou a bela neblina das manhãs de Outono e o gosto do café na tua boca e aquele vento refrescante do Verão. O perfume dos eucaliptos e o balançar dos pinheiros que incansavelmente pelo ano inteiro. Sou a raiz do carvalho que recebeu o nome de Dandine, e na mesma energia sou a dança dos sobreiros, o estalo das pinhas, as azeitonas das oliveiras e as amoras silvestres. Também sou a mexerica gostosa de seu quintal, o pêssego cheiroso e as belas flores do jardim. 

    So Ham, 

    Eu sou o sorriso terno de quem doa, que mesmo com as mãos calejadas e o cansaço da lida, gentilmente oferecem tomates, batatas, cebolas, couves e amor.  O olhar manso e cativante da idosa na estrada que sem querer nada, partilhou contigo a vida e os frutos da casa. Eu sou a segurança dos olhos dela, a bondade daquele sorriso e a pureza de todos os corações. Sou a chuva mansa no telhado, o céu cinza e carregado e o cheiro que inebria os teus sentidos quando o chão por mim foi molhado. 
    Sou as doces lembranças que este aroma traz, sou a tua alma quando sentes paz.

    So Ham,

    Eu sou o pó da terra seca e os aguaceiros formados com o excesso de chuva fazendo “ploft”, “ploft”. Sou a relva orvalhada das manhãs, o doce perfume nos fins de tarde, as montanhas e o fumo das lareiras. Sou o crocitar dos corvos, o piar das corujas, o cantar dos pequenos passarinhos, a raposinha apressada e o grilo no pé de limão.

    Eu sou o sol que nasce atrás dos cata-ventos no outono e nas outras estações começa em outra direção, sou a lua cheia que de tão bela prende-te na varanda para apreciar os meus encantos como adolescente apaixonada e sem “noção.” 🙂

    Eu sou o tudo e o nada! Sou o silêncio que buscas quando corres pra mata, o teu respirar aliviado e o teu sentir amada. Sou a inspiração, o talento das tuas mãos e o vazio da mente cansada. Eu não estou em nenhum templo, estou aqui, em ti!

    Sou o Divino que te habita, sou a voz do teu interior que mansamente diz-te, “acalma-te;

    So Ham.

    Gratidão eterna… 

    Com amor, 

    Dan Dronacharya