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A vida é feita de momentos....

  • “Almas se tocam. Às vezes com palavras. Às vezes com uma mão no ombro. Às vezes com um simples ‘bem haja’. E, às vezes… obedecendo, cobrindo a cabeça com um xale sem saber o porquê.”

    ALMAS QUE SE TOCAM

    “Almas se tocam… Às vezes com palavras. Às vezes com uma mão no ombro. Às vezes com um simples ‘bem haja’. E, às vezes… obedecendo, cobrindo a cabeça com um xale sem saber o porquê.”  Você já foi capaz de tocar a alma de alguém? Alguém já tocou a sua? Relaxe, não precisa responder a esta provocação filosófica a mim, se não quiser. Mas acho que vale a reflexão.  Eu tenho pensado sobre isto. Um dia destes, enquanto passeava pela linda cidade de Tomar, não resisti e entrei num cemitério (um gosto estranho que tenho). Lá havia uma capela singela no fundo de um imenso corredor. Eu o percorri como quem tem pressa…

  • A Economia da Cenoura: por que ainda entregamos nossa confiança tão barata?

    O BURRO, A CENOURA E O EGO  

    “Este texto não é sobre cenouras. É sobre energia oferecida sem medida e desejo consumido sem consciência.”  Você já ouviu a metáfora do burro e da cenoura? Eu também; Mas, ainda, que falem de trabalho, de chefes, promoções ou de férias prémios, o que esta estória realmente descreve é o velho “samskara” humano: o eterno ciclo da promessa que move, da carência que cega e do desejo que consome e da roda do sofrimento que gira. A história é simples:  O chefe é aquele que diz ao burro que, assim que alcançar a cenoura posta à sua frente, ganhará uma promoção. E o burro corre. Sempre corre. Quando, enfim, alcança a primeira, o chefe exige duas. Porque…

  •   Há quem acredite que perder a razão é levantar o tom, quebrar xícaras, fazer discursos inflamados e sair batendo portas. Eu, ao contrário, penso que perder a razão é muito mais silencioso. É quando a gente sabe exatamente o que está errado, mas percebe que nenhum argumento neste mundo será capaz de atravessar a muralha emocional do outro.   A vida adulta, se existe alguma definição, é essa habilidade triste de calar-se antes que o outro transforme sua dor em arma.

    A RAZÃO NÃO GRITA : ELA SE RECOLHE.

    “Convicções muitas vezes são apenas certezas cheias de incertezas.”   Há quem acredite que perder a razão é levantar o tom, quebrar xícaras, fazer discursos inflamados e sair batendo portas. Eu, ao contrário, penso que perder a razão é muito mais silencioso. É quando a gente sabe exatamente o que está errado, mas percebe que nenhum argumento neste mundo será capaz de atravessar a muralha emocional do outro.   A vida adulta, se existe alguma definição, é essa habilidade triste de calar-se antes que o outro transforme sua dor em arma.   Quantas vezes você já tentou alertar alguém que amava sobre algo que o incomodava — uma atitude, uma mensagem insistente, um…