• Há momentos em que é preciso parar e observar o rumo das águas e talvez escolher outro curso. Não para controlá-las, mas para entender para onde estão nos levando. Seguir no automático cansa. Ser levado pela corrente dos outros, mais ainda.

    O CAMINHO REAL PARA O AMOR

    Da Disciplina à Aceitação Aprendi disciplina cedo.Não como virtude — como defesa. Disciplina era o que me mantinha de pé quando sentir demais parecia perigoso. Organizar horários, cumprir tarefas, controlar impulsos, silenciar vontades. Disciplina me dava contorno. Eu funcionava, rendia e não desmoronava. Por muito tempo, confundi isso com maturidade. Só mais tarde percebi que a disciplina, quando usada sozinha, vira uma forma elegante de rejeição. Rejeição do corpo cansado. Da emoção inconveniente. Da falha humana que não se encaixa em planilhas internas. Eu era disciplinada, também era demasiada duraE dureza não é amor. Aceitação não veio como iluminação. Veio como cansaço.De me vigiar.Cansaço de me corrigir antes mesmo de…

  • Discutir nem sempre é sobre razão. Uma reflexão honesta sobre ego, vaidade e o momento em que o silêncio se torna mais consciente que o debate.

    “Entre a Fluidez e a Tradição

    Uma reflexão sobre o amor e suas relações na sociedade atual Eu não sei se é por influência do livro de John Woodroffe (Arthur Avalon) que estou a ler ou se é porque agora estou imersa no maravilhoso mundo do Tantra. O que posso afirmar é que esses livros têm despertado em mim um olhar mais apurado para as coisas e suas essências, eu estou totalmente apaixonada (risos). Com isso, tenho dedicado bastante tempo à observação do amor entre as pessoas e à fluidez de suas relações, também é verdade que quanto mais eu observo, mais intrigada fico. Intriga-me tanto o sofrer por amor. Acho que isso é desonroso, portanto…